Consep

Consep

Por: cnbb.org.br Combate à corrupção e Jornada Mundial da Juventude foram os principais temas abordados pelo secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Leonardo Ulrich Steiner, em coletiva de imprensa que encerrou a reunião do Conselho Episcopal Pastoral (Consep) na tarde desta quinta-feira, 22, na sede nacional da CNBB, em Brasília. Além disso, solicitado pelos jornalistas, dom Leonardo comentou sobre Reforma Política, Comissão Nacional para a Verdade, Código Florestal e Emenda Constitucional 29. Dom Leonardo comentou a iniciativa da CNBB, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) quando as três entidades apoiaram a Marcha contra a Corrupção realizada nas comemorações de Independência no dia 7 de setembro.

Por: cnbb.org.br

Combate à corrupção e Jornada Mundial da Juventude foram os principais temas abordados pelo secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Leonardo Ulrich Steiner, em coletiva de imprensa que encerrou a reunião do Conselho Episcopal Pastoral (Consep) na tarde desta quinta-feira, 22, na sede nacional da CNBB, em Brasília. Além disso, solicitado pelos jornalistas, dom Leonardo comentou sobre Reforma Política, Comissão Nacional para a Verdade, Código Florestal e Emenda Constitucional 29.

Dom Leonardo comentou a iniciativa da CNBB, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) quando as três entidades apoiaram a Marcha contra a Corrupção realizada nas comemorações de Independência no dia 7 de setembro. O tema também foi amplamente discutido no Consep, inclusive com a aprovação de uma nova nota de solidariedade e apoio às manifestações contra a corrupção.

“Não estamos preocupados apenas com a corrupção, mas com a impunidade. Essa é uma preocupação não só dos bispos, mas da OAB que tem feito manifestações bastante duras, da ABI e dos movimentos de rua; nós temos sentido que existe uma preocupação bastante grande da sociedade com relação a essa temática”.

Sobre o Projeto de Lei 7376/10 do Poder Executivo, que cria a Comissão Nacional para a Verdade, aprovado nesta quarta-feira pelo plenário da Câmara dos Deputados, dom Leonardo reconheceu a importância da Comissão para salvar o passado da nação brasileira. “Trazer a verdade é a possibilidade de salvar nosso passado. É olhar com tranqüilidade para o nosso passado e projetar o nosso futuro. Nós não podemos ignorar o nosso passado”. Sugeriu ainda como a Comissão deveria atuar para obter prestígio da sociedade brasileira. “Esse projeto deveria dar indicações, critérios para a presidente nomear essa Comissão. Não critérios para excluir, mas para que seja de peso, que seja respeitada pela sociedade”. Ao ser questionado se a CNBB estaria disposta a integrar a Comissão, dom Leonardo afirmou: “se a CNBB for chamada como instituição ela não se negará pelo bem do Brasil”.

Chegada dos símbolos da JMJ

“Muito positiva”. Foi assim que dom Leonardo avaliou a chegada dos símbolos da Jornada Mundial a Juventude, no último dia 18 de setembro, no Campo de Marte, em São Paulo. Destacou que a presença da juventude no primeiro ato em preparação à JMJ-2013 superou as expectativas da CNBB. “Não esperávamos uma participação tão grande da nossa juventude que não teve espaço suficiente para estar no Campo de Marte, em São Paulo. Foi um momento de muita vibração no acolhimento dos símbolos que o papa nos enviou para a grande peregrinação que nós queremos desenvolver até 2013”.

Reforma Política e Emenda 29

Na avaliação do secretário geral da CNBB a Reforma Política caminha a passos lentos. “A pergunta que eu me faço, como cidadão é se o Congresso Nacional é legítimo para fazer essa Reforma ou se deveríamos ter uma constituinte para fazê-la de maneira necessária”.

A respeito do Código Florestal (PLC 30/11) aprovado ontem pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado, dom Leonardo citou alguns pontos que têm preocupado a Conferência dos Bispos: a Amazônia, os pequenos agricultores e as Áreas de Preservação Permanentes (APPs).

Já com relação à Emenda 29, o secretário afirmou: “Considero muito importante na aprovação dessa emenda a definição do que é saúde para que o dinheiro destinado seja realmente usado para esse fim. Essa emenda poderia nos ajudar muito na definição do orçamento para o uso na saúde”, finalizou.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.