Papa explica

Papa explica

Mirticeli Medeiros Da Redação O Papa Bento XVI, meditou neste domingo, 04, no discurso que antecede a oração mariana do Angelus, sobre caridade e comunhão, no Palácio Apostólico de Castel Gandolfo, na Itália. O santo Padre começou a colocação, trazendo algumas orientações sobre a melhor forma de viver a correção fraterna, demonstrando que a caridade é o maior critério para a vivência deste princípio Evangélico. “Este modo de agir, se chama correção fraterna: essa não é uma reação à ofensa imediata, mas é movida pelo amor ao irmão

Mirticeli Medeiros Da Redação

O Papa Bento XVI, meditou neste domingo, 04, no discurso que antecede a oração mariana do Angelus, sobre caridade e comunhão, no Palácio Apostólico de Castel Gandolfo, na Itália. O santo Padre começou a colocação, trazendo algumas orientações sobre a melhor forma de viver a correção fraterna, demonstrando que a caridade é o maior critério para a vivência deste princípio Evangélico.

“Este modo de agir, se chama correção fraterna: essa não é uma reação à ofensa imediata, mas é movida pelo amor ao irmão. Comenta Santo Agostinho: Aquele que te ofendeu, ofendendo-te, provocou em si mesmo uma grave ferida, e você não cuidará da ferida do seu irmão? Você deve esquecer a ofensa che recebeu, não a ferida do teu irmão (Discursos, 82;7)”, enfatizou Bento XVI.

O pontífice explicou todo o percurso que deve ser realizado por cada cristão no que diz respeito aos relacionamentos. O papa explica que a comunidade é um local privilegiado para a vivência concreta do amor.

“Tudo isto indica que existe uma corresponsabilidade no caminho da vida cristã: cada um, consciente dos próprios limites e defeitos, é chamado a acolher a correção fraterna e a ajudar os outros com este serviço particular. Um outro fruto da caridade na comunidade é a oração em comum”, explicou Santo Padre.

O papa reforçou a famosa passagem do “onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome e Eu estarei no meio deles (Mt 18, 19-20) reafirmando que na comunhão que se dá através dos gestos e da oração, a Igreja se configura ao Deus que é uno e trino.

“Devemos exercitar-nos seja na correção fraterna, que requer muita humildade e simplicidade de coração, seja na oração, a fim que suba a Deus, uma comunidade verdadeiramente unida em Cristo”, concluiu o Pontífice.

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